Neste blog pretendemos repassar todas as nossas experiências vividas em Cuba, e tudo o que pudemos absorver (ou até menos abstrair) deste pequenino país caribenho, isolado e rebelde, confuso e amável, tranqüilo e enigmático, bloqueado e resistente!!!!!
O real objetivo aqui não é reafirmar posições ideológicas e sim transmitir todo aquele turbilhão de coisas que sentimos, vimos, conhecemos, vivemos e que compreendemos ou simplesmente não conseguimos entender, de um lugar que habita o imaginário de milhões de pessoas do mundo, de visão política de direita ou de esquerda, que amam ou praguejam.
O que podemos dizer é que não conhecemos Cuba, SENTIMOS CUBA! E algo que se senti é muito difícil de se explicar, por isso são impressões, como se fossem fotografias que não necessariamente refletem uma realidade e sim um anglo, uma visão, um pedaço de um mosaico e traduzir isso através de nossos sentimentos sobre Cuba é o nosso objetivo. Serão (e tem que ser) textos "auto-analíticos" rsrsrsrs, cheios de paixão e duvidas, de entusiasmo e poréns, afinal não fomos flertar com uma Paris ou Roma, européias frias e chics, flertamos com Cuba, caliente e apaixonada, áspera e convicta, linda e intensa, com certeza LATINA...
¡ESO ES CUBA!
Ótimo começo!
ResponderExcluirParabéns!
Caio (SC)
Viva Cuba!!
ResponderExcluirViva os camaradas do Blog!
(muito interessante o enfoque, no sentimento). Gostei muito.
Muito bom o blog!
ResponderExcluirEstou seguindo a espera de novos posts!
Saudações Comunistas
Sturt Silva
...
Beleza, Gustavo e Camila. Quero ler as impressões de vocês a respeito dessa Ilha que tanto me intriga. Acho que posso escrever "nos intriga", não é mesmo?
ResponderExcluirFoi muito bom encontrar vocês em Castillo del Morro. Inesquecível! A vivência de vocês na Ilha foi muito diferente da minha.
Abraços,
Vitor.
Ocorre de tudo n'A ILHA (não confundir com a série "Lost", embora às vezes pareça)! Três moedas circulando (peso cubano, cuc e dólar), sendo que o cuc vale o mesmo que o dólar, mas nos cobram em torno de 20% para converter (para reverter, idem!!). Saimos de casa (leia-se: do Brasil) pensando que TUDO é estatal, certo? Errado! O hotel é!, o taxi ("CubanacanTaxi", creiam)também, o transporte coletivo idem (do bizarro "Camelus" ao divertido "Côco Taxi"). Mas aí conseguimos finalmente tomar um café legal no "Centro Empresarial" e (re) descobrimos a Coca Cola, a Bauduco, a Marco Polo, a Nissan, a BMW... Esses 02 últimos com placa amarela, o que significa que são PRIVADOS! Tem transporte grátis do hotel até "Habana Vieja". Lá, há um casal de bailarinos (ele com 65 e ela com 39 anos)que paga ao Estado uma taxa de 20 pesos cubanos POR DIA para se apresentar, porque "são autônomos". Em tempo: os "não autônomos" são empregados nas diversas empresas estatais. Ambos recebem com satisfação nossos cucs (eles chamam "propina"), sabonetes, creme dental, chiclets (levei tudo isso, para garantir). E o stress com os passaportes? Nos avisaram que tínhamos que colocá-los no cofre. Não era uma sugestão, era uma ORDEM. Tanto que ao esquecermos o cofre aberto, encontramos "agentes" do hotel nos esperando, com ata e tudo. Cofre "cerrado" a partir do incidente (não o de "Anatares"). No geral são muito gentis, alegres, criativos... mas a arte deles é estranha. Os "Paladares" (restaurantes privados, que servem comida típica) não têm concorrência em nenhum lugar que visitei. E tem Varadero, claro! Mas aí já é outra história....
ResponderExcluirEsqueci: tem a taxa de U$ 25,00 per capta antes do embarque de volta (depois que tudo já havia sido pago)... E para entrar na Ilha somente uma mala per capta. Para sair, a quantidade que puder carregar (ou pagar!). Os cubanos - de maneira geral - não pedem dinheiro na rua. Inexiste a tensão peculir às ruas cariocas, paulistas e que tais. Assim, se VIVE "Habana Vieja" com muita tranquilidade. Como estão acompanhando "A Favorita", brasileiros são fonte de informação... e adoram a Claudia Raia, embora não saibam o nome da "Flora" (Patrícia Pillar). Perguntam com frequencia sobre as favelas no Rio, pois acham que é invenção do João Emanuel Carneiro (diretor da telenovela). Para esclarecer: em Cuba não há favelas.
ResponderExcluirMaior frustração: os passaportes não são carimbados em Cuba. A Guerra Fria não havia acabado? Pela história dos "Cinco Heróis" cubanos, não. Mas sobre isso Gustavo & Camila tem muito mais propriedade para falar, pois estiveram com as famílias dessas pessoas, em Havana.
ResponderExcluirUma ressalva ao texto postado dia 21/02 Gustavo:
ResponderExcluirAs novelas brasileiras podem servir (e servem) como objetos de estudo; para reflexão acerca do poder da imagem (afinal, estamos na "Era Imagética"), do poder intrínseco da Rede Globo e por aí vai. Mas também divulgam (as novelas) o trabalho genial de ALGUNS de nossos artistas, diretores, produtores, técnicos de imagem, figurino, ambientação. Claro que tudo isso é idealizado e como tal deve ser encarado. Sem esquecer que "obreros" com jornadas intensas de trabalho, não desejam ouvir a Lilian Wite Fibe comentar sobre economia no Jornal Nacional (se ela AINDA estivesse na TV, claro!).
Uma das coisas que invejo em Cuba: SEMPRE há alguém LENDO um livro por onde se passa. E não somente a "orelha", coisa habitual em países latino-americanos com acesso irrestrito à TV, Internet, Jornais (este último quase não circula em Cuba). E o cubano, de modo geral, CONHECE autores que fingimos ter lido.
Uma correção: segundo o Gustavo, os passaportes dele & Camila foram carimbados, diferente dos nossos, que não registra sequer um carimbo da Ilha. Será que é porque já éramos nascidos em 1959?
rsrs... Acho que não Rosa, outros amigos mais novos do que nós tbm reclamaram que seus passaportes não levam registros de Cuba. Acho que eu e a Camila que não temos cara de que iremos para os Estados Unidos ! rsrs...
ResponderExcluirabrazzz valew por comentar
É real! Há as jineteras (ou jineteros, se for homem) em Cuba. O que fazem eles? Prostituição, sobretudo em Havana e nos balneários que recebem turistas. E a "cantada" é sem rodeios. Tanto de/para homens quanto de/para mulheres. De início as autoridades não deram grande importância ao "fenômeno" (não o Ronaldo, claro!), mas atualmente têm tomado medidas severas com os praticantes cubanos do "esporte". Além do dinheiro, as jineteras (os) também esperam um convite para deixar o país... O turista é abordado para um relacionamento de uma noite (ou várias!). Se fomos abordados pelas jineteras (os)? A resposta fica por conta da imaginação dos leitores...
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